11.5.10

Alfanuí - O Eco dos Montes



... eis que damos início ao processo criativo de Alfanuí - O Eco dos Montes que tem a sua estreia marcada para o Festival Andanças 2010 e daí seguirá para itinerância...

... aqui ficam os primeiros registos da criação...


... alfanuí...


... velha morte...

... o homem dos caminhos...



... ladrão de moedas...


... silvestra...


... don zamy...


... avó ramona...


... mestre...

7.5.10

BabaYaga e Wassilissa, Performance Conta Estórias no 13 Luas

Performance Experimental com base no Conto BabaYaga e Wassilissa.

.... com isabel silva, joão vasco e rodrigo viterbo durante a celebração da lua cheia solar pela associação 13 luas...

"... eis que vamos encontrar uma Wassilissa mais velha, que já não precisa de bonecas pois a intuição está viva e desperta dentro dela...

... trata-se da estória de uma iniciação em que a mulher que sabe ( a guardiã do fogo criativo), ensina a sabedoria dos ciclos de vida-morte-vida das coisas..."



3.5.10

Inspirações Apeixonados

Após a criação de 10 Formas Animadas para acompanharem a dinamização das sessões de lançamento do livro:


... vamos agora sonhar e brincar mais um pouco...

Com o nosso projecto de Artesanato ArteDoTrevo estamos a criar Formas Animadas mais pequenas que estarão disponíveis para aquisição... e sob a direcção do Sr. Pinheiro iremos criar uma apresentação em 'Teatro de Marionetas' para a utilização dos 10 Personagens já criados e qui ça... que surpresas surgirão;-)

Deixamos aqui alguns registos dos amigos que já andam a animar píquenos e graúdos;-)








26.4.10

Apeixonados ()

Registo da apresentação no 1º Encontro de Poetas do Mundo em Almada, Convento dos Capuchos...

23.4.10

... registo conto-te abril...

Conto-te Abril;-)




... as portas que abril abriu...






Era uma vez um país
onde entre o mar e a guerra
vivia o mais infeliz
dos povos à beira-terra.
Onde entre vinhas sobredos
vales socalcos searas
serras atalhos veredas
lezírias e praias claras
um povo se debruçava
como um vime de tristeza
sobre um rio onde mirava
a sua própria pobreza.

Era uma vez um país
onde o pão era contado
onde quem tinha a raiz
tinha o fruto arrecadado
onde quem tinha o dinheiro
tinha o operário algemado
onde suava o ceifeiro
que dormia com o gado
onde tossia o mineiro
em Aljustrel ajustado
onde morria primeiro
quem nascia desgraçado.


Era uma vez um país
de tal maneira explorado
pelos consórcios fabris
pelo mando acumulado
pelas ideias nazis
pelo dinheiro estragado
pelo dobrar da cerviz
pelo trabalho amarrado
que até hoje já se diz
que nos tempos do passado
se chamava esse país
Portugal suicidado.

Ali nas vinhas sobredos
vales socalcos searas
serras atalhos veredas
lezírias e praias claras
vivia um povo tão pobre
que partia para a guerra
para encher quem estava podre
de comer a sua terra.

Um povo que era levado
para Angola nos porões
um povo que era tratado
como a arma dos patrões
um povo que era obrigado
a matar por suas mãos
sem saber que um bom soldado
nunca fere os seus irmãos.

Ora passou-se porém
que dentro de um povo escravo
alguém que lhe queria bem
um dia plantou um cravo.

Era a semente da esperança
feita de força e vontade
era ainda uma criança
mas já era a liberdade.

Era já uma promessa
era a força da razão
do coração à cabeça
da cabeça ao coração.
Quem o fez era soldado
homem novo capitão
mas também tinha a seu lado
muitos homens na prisão.

Esses que tinham lutado
a defender um irmão
esses que tinham passado
o horror da solidão
esses que tinham jurado
sobre uma côdea de pão
ver o povo libertado
do terror da opressão.

Não tinham armas é certo
mas tinham toda a razão
quando um homem morre perto
tem de haver distanciação

uma pistola guardada
nas dobras da sua opção
uma bala disparada
contra a sua própria mão
e uma força perseguida
que na escolha do mais forte
faz com que a força da vida
seja maior do que a morte.

Quem o fez era soldado
homem novo capitão
mas também tinha a seu lado
muitos homens na prisão.

Posta a semente do cravo
começou a floração
do capitão ao soldado
do soldado ao capitão.

Foi então que o povo armado
percebeu qual a razão
porque o povo despojado
lhe punha as armas na mão.

Pois também ele humilhado
em sua própria grandeza
era soldado forçado
contra a pátria portuguesa.

Era preso e exilado
e no seu próprio país
muitas vezes estrangulado
pelos generais senis.

Capitão que não comanda
não pode ficar calado
é o povo que lhe manda
ser capitão revoltado
é o povo que lhe diz
que não ceda e não hesite
– pode nascer um país
do ventre duma chaimite.

Porque a força bem empregue
contra a posição contrária
nunca oprime nem persegue
– é força revolucionária!

Foi então que Abril abriu
as portas da claridade
e a nossa gente invadiu
a sua própria cidade.

Disse a primeira palavra
na madrugada serena
um poeta que cantava
o povo é quem mais ordena.

E então por vinhas sobredos
vales socalcos searas
serras atalhos veredas
lezírias e praias claras
desceram homens sem medo
marujos soldados «páras»
que não queriam o degredo
dum povo que se separa.
E chegaram à cidade
onde os monstros se acoitavam
era a hora da verdade
para as hienas que mandavam
a hora da claridade
para os sóis que despontavam
e a hora da vontade
para os homens que lutavam.

Em idas vindas esperas
encontros esquinas e praças
não se pouparam as feras
arrancaram-se as mordaças
e o povo saiu à rua
com sete pedras na mão
e uma pedra de lua
no lugar do coração.

Dizia soldado amigo
meu camarada e irmão
este povo está contigo
nascemos do mesmo chão
trazemos a mesma chama
temos a mesma ração
dormimos na mesma cama
comendo do mesmo pão.
Camarada e meu amigo
soldadinho ou capitão
este povo está contigo
a malta dá-te razão.

Foi esta força sem tiros
de antes quebrar que torcer
esta ausência de suspiros
esta fúria de viver
este mar de vozes livres
sempre a crescer a crescer
que das espingardas fez livros
para aprendermos a ler
que dos canhões fez enxadas
para lavrarmos a terra
e das balas disparadas
apenas o fim da guerra.

Foi esta força viril
de antes quebrar que torcer
que em vinte e cinco de Abril f
ez Portugal renascer.

E em Lisboa capital
dos novos mestres de Aviz
o povo de Portugal
deu o poder a quem quis.

Mesmo que tenha passado
às vezes por mãos estranhas
o poder que ali foi dado
saiu das nossas entranhas.
Saiu das vinhas sobredos
vales socalcos searas
serras atalhos veredas
lezírias e praias claras
onde um povo se curvava
como um vime de tristeza
sobre um rio onde mirava
a sua própria pobreza.

E se esse poder um dia
o quiser roubar alguém
não fica na burguesia
volta à barriga da mãe.
Volta à barriga da terra
que em boa hora o pariu
agora ninguém mais cerra
as portas que Abril abriu.

Essas portas que em Caxias
se escancararam de vez
essas janelas vazias
que se encheram outra vez
e essas celas tão frias
tão cheias de sordidez
que espreitavam como espias
todo o povo português.

Agora que já floriu
a esperança na nossa terra
as portas que Abril abriu
nunca mais ninguém as cerra.

Contra tudo o que era velho
levantado como um punho
em Maio surgiu vermelho
o cravo do mês de Junho.

Quando o povo desfilou
nas ruas em procissão
de novo se processou
a própria revolução.

Mas eram olhos as balas
abraços punhais e lanças
enamoradas as alas
dos soldados e crianças.

E o grito que foi ouvido
tantas vezes repetido
dizia que o povo unido
jamais seria vencido.

Contra tudo o que era velho
levantado como um punho
em Maio surgiu vermelho
o cravo do mês de Junho.

E então operários mineiros
pescadores e ganhões
marçanos e carpinteiros
empregados dos balcões
mulheres a dias pedreiros
reformados sem pensões
dactilógrafos carteiros
e outras muitas profissões
souberam que o seu dinheiro
era presa dos patrões.

A seu lado também estavam
jornalistas que escreviam
actores que se desdobravam
cientistas que aprendiam
poetas que estrebuchavam
cantores que não se vendiam
mas enquanto estes lutavam
é certo que não sentiam
a fome com que apertavam
os cintos dos que os ouviam.

Porém cantar é ternura
escrever constrói liberdade
e não há coisa mais pura
do que dizer a verdade.

E uns e outros irmanados
na mesma luta de ideais
ambos sectores explorados
ficaram partes iguais.

Entanto não descansavam
entre pragas e perjúrios
agulhas que se espetavam
silêncios boatos murmúrios
risinhos que se calavam
palácios contra tugúrios
fortunas que levantavam
promessas de maus augúrios
os que em vida se enterravam
por serem falsos e espúrios
maiorais da minoria
que diziam silenciosa
e que em silêncio fazia
a coisa mais horrorosa:
minar como um sinapismo
e com ordenados régios
o alvor do socialismo
e o fim dos privilégios.

Foi então se bem vos lembro
que sucedeu a vindima
quando pisámos Setembro
a verdade veio acima.

E foi um mosto tão forte
que sabia tanto a Abril
que nem o medo da morte
nos fez voltar ao redil.

Ali ficámos de pé
juntos soldados e povo
para mostrarmos como é
que se faz um país novo.

Ali dissemos não passa!
E a reacção não passou.
Quem já viveu a desgraça
odeia a quem desgraçou.

Foi a força do Outono
mais forte que a Primavera
que trouxe os homens sem dono
de que o povo estava à espera.

Foi a força dos mineiros
pescadores e ganhões
operários e carpinteiros
empregados dos balcões
mulheres a dias pedreiros
reformados sem pensões
dactilógrafos carteiros
e outras muitas profissões
que deu o poder cimeiro
a quem não queria patrões.

Desde esse dia em que todos
nós repartimos o pão
é que acabaram os bodos
— cumpriu-se a revolução.

Porém em quintas vivendas
palácios e palacetes
os generais com prebendas
caciques e cacetetes
os que montavam cavalos
para caçarem veados
os que davam dois estalos
na cara dos empregados
os que tinham bons amigos
no consórcio dos sabões
e coçavam os umbigos
como quem coça os galões
os generais subalternos
que aceitavam os patrões
os generais inimigos
os generais garanhões
teciam teias de aranha
e eram mais camaleões
que a lombriga que se amanha
com os próprios cagalhões.
Com generais desta apanha
já não há revoluções.

Por isso o onze de Março
foi um baile de Tartufos
uma alternância de terços
entre ricaços e bufos.

E tivemos de pagar
com o sangue de um soldado
o preço de já não estar
Portugal suicidado.

Fugiram como cobardes
e para terras de Espanha
os que faziam alardes
dos combates em campanha.

E aqui ficaram de pé
capitães de pedra e cal
os homens que na Guiné
aprenderam Portugal.

Os tais homens que sentiram
que um animal racional
opõe àqueles que o firam
consciência nacional.

Os tais homens que souberam
fazer a revolução
porque na guerra entenderam
o que era a libertação.

Os que viram claramente
e com os cinco sentidos
morrer tanta tanta gente
que todos ficaram vivos.

Os tais homens feitos de aço
temperado com a tristeza
que envolveram num abraço
toda a história portuguesa.

Essa história tão bonita
e depois tão maltratada
por quem herdou a desdita
da história colonizada.

Dai ao povo o que é do povo
pois o mar não tem patrões.
– Não havia estado novo
nos poemas de Camões!

Havia sim a lonjura
e uma vela desfraldada
para levar a ternura
à distância imaginada.

Foi este lado da história
que os capitães descobriram
que ficará na memória
das naus que de Abril partiram

das naves que transportaram
o nosso abraço profundo
aos povos que agora deram
novos países ao mundo.

Por saberem como é
ficaram de pedra e cal
capitães que na Guiné
descobriram Portugal.

E em sua pátria fizeram
o que deviam fazer:
ao seu povo devolveram
o que o povo tinha a haver:
Bancos seguros petróleos
que ficarão a render
ao invés dos monopólios
para o trabalho crescer.
Guindastes portos navios
e outras coisas para erguer
antenas centrais e fios
dum país que vai nascer.

Mesmo que seja com frio
é preciso é aquecer
pensar que somos um rio
que vai dar onde quiser

pensar que somos um mar
que nunca mais tem fronteiras
e havemos de navegar
de muitíssimas maneiras.

No Minho com pés de linho
no Alentejo com pão
no Ribatejo com vinho
na Beira com requeijão
e trocando agora as voltas
ao vira da produção
no Alentejo bolotas
no Algarve maçapão
vindimas no Alto Douro
tomates em Azeitão
azeite da cor do ouro
que é verde ao pé do Fundão
e fica amarelo puro
nos campos do Baleizão.
Quando a terra for do povo
o povo deita-lhe a mão!

É isto a reforma agrária
em sua própria expressão:
a maneira mais primária
de que nós temos um quinhão
da semente proletária
da nossa revolução.

Quem a fez era soldado
homem novo capitão
mas também tinha a seu lado
muitos homens na prisão.

De tudo o que Abril abriu
ainda pouco se disse
um menino que sorriu
uma porta que se abrisse
um fruto que se expandiu
um pão que se repartisse
um capitão que seguiu
o que a história lhe predisse
e entre vinhas sobredos
vales socalcos searas
serras atalhos veredas
lezírias e praias claras
um povo que levantava
sobre um rio de pobreza
a bandeira em que ondulava
a sua própria grandeza!
De tudo o que Abril abriu
ainda pouco se disse
e só nos faltava agora
que este Abril não se cumprisse.
Só nos faltava que os cães
viessem ferrar o dente
na carne dos capitães
que se arriscaram na frente.

Na frente de todos nós
povo soberano e total
que ao mesmo tempo é a voz
e o braço de Portugal.

Ouvi banqueiros fascistas
agiotas do lazer
latifundiários machistas
balofos verbos de encher
e outras coisas em istas
que não cabe dizer aqui
que aos capitães progressistas
o povo deu o poder!
E se esse poder um dia
o quiser roubar alguém
não fica na burguesia
volta à barriga da mãe!
Volta à barriga da terra
que em boa hora o pariu
agora ninguém mais cerra
as portas que Abril abriu!


ary

21.4.10

Formas Apeixonadas;-)

Nasceram mais personagens para animar as sessões de lançamento do livro Apeixonados da autoria do nosso estimado José Pinheiro e sua filha Catarina Pinheiro.

Dragão

... uma brincadeira que fizemos para termos um recuerdo desta Sereia;-))

19.4.10

Conto-te Abril em Pintar Abril

Dia 22 contaremos no Clubre Recreativo União Raposense para as crianças das escola primária do bairro Raposo e dia 23 para as escolas da Freguesia de Corroios em:


... dia 18 no Auditório do CCRAM foi assim...



12.4.10

Conto-te Abril



18 de Abril

11 horas

Auditório 1 CCRAM
Centro Cultural e Recreativo Alto do Moinho

1 Entrada - 2 €

2 Entradas - 3 €

24.3.10

Árvore do Centenário na FeirAlegria

"Como a natureza sabe, sem diversidade não existe evolução."

Mago Isaias Raw



23.3.10

Wassilissa, Performance Experimental



Estando a querida Sofia por terras mexicanas a apresentação BabaYaga e Wassilissa, aguardam atentamente o seu regresso.

Surge então uma fusão em 'Performance Experimental'

... eis que vamos encontrar uma Wassilissa mais velha, que já não precisa de bonecas pois a intuição está viva e desperta dentro dela...

... trata-se da estória de uma iniciação em que “a mulher que sabe” ( a guardiã do fogo criativo), ensina a sabedoria dos ciclos de vida-morte-vida das coisas...


Associação 13 Luas celebra a Lua Cheia Solar integrada na Quinzena da Juventude de Almada, música, workshops, actividades desportivas, feira de artesanato e actividades para crianças jovens e idosos marcarão mais uma celebração promovida pelos aluados...



19.3.10

Apeixonados ()

É com imenso carinho que estamos a criar alguns personagens animados para a dinamização do livro APEIXONADOS a decorrer dia 27 no 1º Encontro Poetas do Mundo em Almada.






'O livro Apeixonados é um livro da autoria de José Pinheiro com ilustrações de sua filha Catarina Pinheiro, uma magica cumplicidade entre pai e filha.

Apeixonados é um livro-jogo, líquido e compósito, a quatro mãos, que resulta do entrelaço entre os jogos de palavras do pai e dos desenhos da filha, com o objectivo de multiplicar a ternura partilhada e a paixão única pela biodiversidade existente nos rios e nos mares.

Nesta viagem, os leitores - pais, filhos, professores, educadores, alunos, animadores, artistas e outros, no mínimo em pares - são convidados a descobrir e a identificar, em espaços-tempo de diálogo e de ternura partilhada, os seres viventes nos rios, nos mares e nos oceanos.

O carácter inovador da obra, a temática central do livro em torno da água, da preservação e conservação em equilíbrio da natureza, a importância do desenvolvimento da ligação Escola-Família-Comunidade a que se liga a Celebração de 2010 como o Ano Internacional da Biodiversidade, são factores, que julgamos assaz importantes, para que este livro seja partilhado pela comunidade educativa.'




Aqui fica registo do processo criativo;-)

11.3.10

Dia 21... Árvore, Poesia, Marioneta...

Dia 21... Dia da Árvore, Poesia, Marioneta...

Vamos celebrar este dia com o ArteDoTrevo e Caminho do Mago na programação da FeirAlegria (10h30-18h00, FeirAlegria no Jardim da Praça da Alegria)



Caminho do Mago decorrerá pelas 15 horas.

A Marioneta estará em exposição no Jardim para que possam trocar ideias e guardar memórias.

Aqui fica o Programa :

A Árvore do Centenário

O projecto A Árvore do Centenário desenvolvido pela Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República com o Ministério da Educação – Direcção-Geral de Inovação e Desenvolvimento Curricular, com o Ministério do Ambiente e do Ordenamento do Território – Instituto Nacional da Conservação da Natureza e da Biodiversidade e com o Ministério da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das Pescas – Autoridade Florestal Nacional, tem por objectivo promover, divulgar e apoiar iniciativas relacionadas com a preservação do património florestal nacional, lançando o desafio para a identificação global deste património, acompanhado por uma evocação histórica que deverá ser assinalada pela plantação de árvores a nível nacional.

Programa

10h30, Escola Secundária de Camões

· Plantação de uma Árvore do Centenário

· Exposição evocativa da comemoração do Dia da Árvore

· Música

Abertura do Programa do Dia Mundial da Floresta e da Árvore com a presença de Suas Exas. o Ministro da Presidência e a Ministra da Educação.

10h30-15h00, Percurso das Árvores Centenárias – Peddy Árvore

· Jardim Braancamp Freire / Campo Mártires da Pátria

· Jardim Roque Gameiro / Cais do Sodré

· Largo do Limoeiro / Sé

· Jardim Alfredo Keil/ Praça da Alegria

10h30-18h00, FeirAlegria no Jardim da Praça da Alegria

Artesanato, Ateliers, Música… e outras actividades.

15h00,Caminhada

· Jardim Braancamp Freire – Plantação de uma Árvore do Centenário e Fanfarra Republicana pelos Bombeiros Voluntários Lisbonenses

· Jardim do Torel – Plantação de uma Árvore do Centenário

· Jardim da Praça da Alegria – Plantação de uma Árvore do Centenário e Música pela Banda da Sociedade Musical Gouveense "Pedro Amaral Botto Machado"

17h00, Museu Nacional de História Natural - Jardim Botânico

· Plantação de uma Árvore do Centenário

· Música pela Orquestra da Academia de Música e Dança do Fundão



Núcleo de Marionetas


"Pode-se afirmar que o teatro de títeres, marionetas ou de bonecos surgiu sempre antes do teatro escrito, ou melhor, surgiu antes da própria escrita.

Este género de teatro é um dos instintos mais antigos da espécie humana, teatro tradicional, constitui um verdadeiro drama cósmico, nacional, familiar, individual.

Ao mesmo tempo, a marioneta dispersa e une o povo, canalizando, por assim dizer, o poder das suas paixões no leito das tradições e lendas comuns.

A marioneta carrega-se, a ela própria, de todas essas forças e acaba por deter um imenso poder mágico. Gasta, envelhecida, passando do Teatro para o antiquário, considere-se que a marioneta conserva a sua virtude secreta.

A marioneta soube exprimir aquilo que ninguém teria ousado dizer sem máscara: é heroína dos desejos secretos e dos pensamentos ocultos, é a confissão discreta de si mesmo aos outros e de si a si mesma.

Platão dizia que era em virtude do que há de melhor nos seres que eles são realmente os brinquedos de Deus."


A partir de Abril, o MACAPI, Movimento Animação Cultural Arte Popular Ibérica, vai criar um Núcleo de Marionetas no CCRAM, Centro Cultural e Recreativo do Alto do Moinho.

Os interessados em fluir no universo das formas animadas poderão inscrever-se na Secretaria do CCRAM a partir de 10 de Março.

Os encontros decorreram a dois sábados por mês das 15h ás 17h, entre 10 de Abril e 24 de Julho. Primeiro na Sala do Sócio do CCRAM e posteriormente na nova sala do Pq de Merendas, passando também pelo Auditório do 1 do Pavilhão.

Terão inicio dia 10 de Abril pelas 15horas.

Este é um ano 0... vamos ver como corre, quem aparece e com que vontade em se deixar levar pelos encantos das marionetas.

Nesta primeira fase vamos experimentar jogos de expressão dramática e familiarização com a manipulação de marionetas, posteriormente vamos criar um personagem e uma apresentação de forma a explorar várias técnicas de construção e manipulação.
Serão explorados também adereços cénicos.

Todas as criações terão por base a reutilização de materiais.

A apresentação de Ano 0, ocorrerá dia 25 de Julho, data em que celebramos novamente o Dia Fora do Tempo através da criação de arte em tempo e tempo em arte.


Informações Núcleo de Marionetas MACAPI / CCRAM 2010

Ano 0

Inicio - 10 de Abril

Fim - 25 de Julho

Orientação: Isabel Silva

Ponto de Encontro: Sala do Sócio CCRAM

Inscrições: Secretaria CCRAM

Contribuições : 20 € por mês - material já incluído

Contactos: producao.macapi@gmail.com
91 469 26 95